Fundamentos de Data Science com R

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Criado por: Fernando Henrique Kerchner

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Fundamentos de Data Science com R

Fundamentos de Data Science com R: Origens

A jornada da ciência de dados e a evolução das estratégias para extrair conhecimento a partir de grandes volumes de informação representam uma das narrativas mais impactantes da história moderna da tecnologia, revelando como a humanidade passou da simples contagem de recursos em censos demográficos para a engenharia de precisão baseada em algoritmos de inteligência artificial que hoje governam os mercados e a ciência global. Para compreendermos a potência do Data Science com a linguagem R no cenário contemporâneo, é fundamental realizarmos um recuo histórico profundo, reconhecendo que a necessidade de coletar, organizar e interpretar informações é uma constante que atravessa milênios da organização social humana. No alvorecer das civilizações, a análise de dados já se manifestava de forma rudimentar, mas vital, através da estatística, que em sua etimologia significa a ciência do Estado. Governos da Mesopotâmia e do Antigo Egito precisavam quantificar populações, colheitas e impostos para garantir a sobrevivência e o poder do soberano. A ideia de usar números para reduzir a incerteza e planejar o futuro é o DNA primordial do que hoje chamamos de ciência de dados.

A trajetória que nos trouxe das tábuas de argila até os supercomputadores foi marcada por saltos qualitativos na forma como o dado é tratado. No século dezessete, a análise de dados começou a tomar uma forma mais científica com figuras como John Graunt, que em Londres analisou os boletins de mortalidade para identificar padrões de doenças. Graunt percebeu que, embora a morte de um indivíduo fosse imprevisível, o comportamento de uma massa de dados revelava leis estatísticas constantes. No entanto, a grande ruptura que nos trouxe à era tecnológica ocorreu no século vinte, com o advento da computação e o surgimento de linguagens de programação voltadas especificamente para o tratamento estatístico. Foi nesse contexto que a linguagem R nasceu, na década de noventa, nas mãos de Ross Ihaka e Robert Gentleman na Nova Zelândia, como uma evolução do S, focada em fornecer um ambiente livre e poderoso para a análise estatística. Atualmente, o Data Science com R é a espinha dorsal de pesquisas científicas, análises financeiras e estratégias de marketing digital. Este curso explora detalhadamente essa trajetória, pautando-se exclusivamente no conteúdo técnico fornecido para oferecer uma visão profunda sobre como a ciência de dados transforma o caos dos registros na clareza do insight estratégico, permitindo que as organizações não apenas descrevam o passado, mas predigam o futuro com rigor matemático.

A Essência do Data Science e o Fluxo de Trabalho com R

A ciência de dados não é apenas o ato de programar, mas uma disciplina multidisciplinar que une a computação, a estatística e o conhecimento profundo do domínio de negócio para resolver problemas complexos através dos dados. O objetivo central é extrair valor de informações que, isoladas, parecem desconexas. Para que isso ocorra de forma sistemática, o Data Science utiliza um fluxo de trabalho estruturado, frequentemente iniciado pela importação e organização dos dados. A linguagem R destaca-se nesse cenário por possuir um ecossistema vasto de pacotes, como o Tidyverse, que permite que o cientista de dados manipule grandes conjuntos de informação com uma sintaxe elegante e intuitiva. O deslocamento da mentalidade puramente descritiva para a mentalidade analítica transformou a gestão moderna, permitindo que decisões sejam tomadas com base em evidências e não em intuição.

Um exemplo prático dessa aplicação ocorre no setor de e-commerce. Uma empresa possui milhões de registros de transações, mas não sabe por que os clientes abandonam o carrinho de compras. O cientista de dados utiliza o R para importar esses dados, realizar a limpeza de valores ausentes e cruzar informações de navegação com dados de pagamento. Através da análise exploratória, ele pode descobrir que o abandono ocorre com mais frequência quando o valor do frete ultrapassa uma certa porcentagem do valor do produto. O dado deixa de ser um registro frio para se tornar um insight acionável: a empresa pode então ajustar suas políticas de frete para aumentar a conversão. A trajetória técnica do Data Science nos ensina que o dado bruto é como o petróleo; ele precisa ser refinado para que se torne útil e gere energia estratégica para a organização.

Atualmente, o desafio do Data Science não é a escassez de dados, mas sim a capacidade de filtrar o sinal em meio ao ruído. Vivemos na era do Big Data, onde a velocidade e a variedade das informações exigem ferramentas robustas. O R fornece essa robustez através de sua capacidade de lidar com estruturas de dados complexas, como data frames e listas, permitindo que o profissional realize análises sofisticadas que o Excel, por exemplo, não suportaria. Ao dominarmos os fundamentos da ciência de dados, compreendemos que o processo é iterativo: formulamos uma pergunta, coletamos os dados, modelamos, visualizamos e comunicamos o resultado. Esse ciclo de aprendizado contínuo é o que permite que a ciência de dados atue como o sistema nervoso das corporações modernas, convertendo estímulos informacionais em respostas inteligentes e coordenadas.

Estatística Descritiva e a Exploração Inicial de Dados no R

O primeiro passo técnico em qualquer projeto sério de Data Science é a análise exploratória de dados, fundamentada na estatística descritiva. Antes de aplicar modelos complexos de inteligência artificial, o cientista de dados precisa “conhecer” o comportamento de suas variáveis. No R, isso é feito através do cálculo de medidas de tendência central, como a média e a mediana, e medidas de dispersão, como o desvio padrão e o intervalo interquartil. Essas métricas fornecem o esqueleto estatístico da informação, revelando se os dados são simétricos ou se possuem valores discrepantes, os chamados outliers, que podem distorcer as conclusões. A exploração de dados é o momento em que a história por trás dos números começa a ser contada.

Considere o exemplo de um analista de saúde pública estudando o tempo de espera em prontos-socorros. Ao usar o R para calcular a média, ele encontra dez minutos. No entanto, ao observar o desvio padrão, ele nota uma variação enorme. Uma análise mais profunda revela que a maioria dos pacientes é atendida em cinco minutos, mas alguns casos complexos demoram horas. Se o analista focasse apenas na média, ele ignoraria o problema real da ineficiência em casos graves. A estatística descritiva no R permite visualizar essas nuances através de boxplots e histogramas, que mostram a distribuição real dos dados. Conhecer a forma dos dados é essencial para escolher os modelos preditivos corretos posteriormente, garantindo que o rigor matemático sustente cada etapa da investigação.

A trajetória da exploração de dados evoluiu da simples tabulação para a visualização dinâmica. No R, o pacote ggplot2 revolucionou a forma como enxergamos a estatística, permitindo que variáveis complexas sejam mapeadas em cores, tamanhos e formas que facilitam a detecção de padrões. Atualmente, a exploração não é apenas uma fase preliminar, mas uma ferramenta de comunicação vital. Um gráfico bem construído pode revelar uma correlação oculta entre o clima e as vendas de determinado produto, ou entre a escolaridade e o acesso a serviços digitais. Ao dominarmos a arte de descrever e visualizar dados no R, ganhamos a capacidade de identificar anomalias e tendências precocemente, protegendo a organização contra decisões baseadas em visões parciais ou distorcidas da realidade.

O Tidyverse e a Filosofia de Dados Organizados

Uma das maiores contribuições para o sucesso do R no Data Science moderno foi a criação do Tidyverse por Hadley Wickham e sua equipe. O Tidyverse é uma coleção de pacotes que compartilham uma filosofia de design comum, focada na ideia de “dados organizados” (tidy data). De acordo com essa filosofia, cada variável deve formar uma coluna, cada observação deve formar uma linha e cada tipo de unidade observacional deve formar uma tabela. Essa estrutura padronizada facilita imensamente o processo de limpeza e transformação de dados, que consome cerca de oitenta por cento do tempo de um cientista de dados. O uso de operadores como o pipe (%>%) no R permite que o código seja lido como uma sequência lógica de ações, tornando-o mais legível e fácil de manter.

Para ilustrar o impacto do Tidyverse, imagine o trabalho de consolidar dados de vendas de dez filiais diferentes, cada uma com formatos de data e nomes de colunas distintos. Sem o Tidyverse, o cientista de dados precisaria escrever laços de repetição complexos e propensos a erros. Com pacotes como o dplyr e o tidyr, ele pode carregar todos os arquivos, renomear as colunas, padronizar as datas e filtrar os valores nulos em poucas linhas de código claras e concisas. O foco deixa de ser o “como programar” e passa a ser o “o que fazer com o dado”. Essa economia de esforço mental permite que o profissional se dedique à parte mais nobre do trabalho: a interpretação dos resultados e a geração de valor para o negócio.

A filosofia do Tidyverse também abrange a visualização com o ggplot2 e a leitura de dados com o readr. Atualmente, aprender R para ciência de dados é, em grande medida, aprender a dominar as ferramentas do Tidyverse. A trajetória técnica nos mostra que a organização é o alicerce da inteligência. Um conjunto de dados desorganizado é como uma biblioteca onde os livros estão jogados no chão: a informação está lá, mas o acesso a ela é impossível. Ao adotar o padrão tidy, o cientista de dados garante a reprodutibilidade de sua análise, permitindo que outros profissionais entendam e validem seu trabalho, consolidando uma cultura de ciência aberta e colaborativa dentro das organizações.

Modelagem Estatística e Regressão Linear no Ambiente R

Após a exploração e a limpeza, o coração da ciência de dados reside na modelagem, que busca encontrar funções matemáticas que descrevam a relação entre as variáveis. O modelo mais fundamental e amplamente utilizado é a Regressão Linear, que tenta prever o valor de uma variável dependente com base em uma ou mais variáveis independentes. O R nasceu como uma linguagem estatística, o que o torna a ferramenta de escolha para esse tipo de análise. Através da função lm(), o cientista de dados pode construir modelos que quantificam exatamente como a mudança em um fator influencia o resultado final, permitindo prever comportamentos futuros com base em dados históricos.

Um exemplo extraordinário de regressão linear ocorre na precificação de imóveis. Um modelo pode ser treinado para prever o preço de venda com base na metragem quadrada, no número de quartos e na distância do centro da cidade. O R não fornece apenas o preço previsto, mas também métricas de qualidade do modelo, como o R-quadrado e o p-valor. Essas métricas dizem ao cientista de dados o quanto ele pode confiar naquela previsão. Se o p-valor for alto, a relação encontrada pode ser apenas fruto do acaso, alertando o gestor para não tomar decisões baseadas naquele modelo. A modelagem no R transforma a incerteza em risco calculado, fornecendo a base para estratégias de investimento e planejamento de recursos.

Além da regressão linear simples, o R suporta modelos complexos de regressão múltipla, logística e não linear. Atualmente, a modelagem estatística é a base para o aprendizado de máquina (machine learning). A trajetória técnica mostra que o entendimento estatístico é o que diferencia um cientista de dados de um mero executor de algoritmos. Saber interpretar os coeficientes e os resíduos de um modelo é vital para garantir que a análise não sofra de problemas como o sobreajuste (overfitting), onde o modelo decora os dados do passado mas falha miseravelmente em prever o futuro. Ao dominar a modelagem no R, o profissional ganha a capacidade de simular cenários e de fornecer respostas precisas para perguntas do tipo “o que aconteceria se aumentássemos o preço em dez por cento?”, tornando-se um braço direito essencial para a alta gestão.

Machine Learning com R do Aprendizado Supervisionado ao Não Supervisionado

O campo do Machine Learning leva a ciência de dados a um novo nível de automação e complexidade, permitindo que os sistemas aprendam padrões diretamente dos dados sem serem explicitamente programados para cada tarefa. No R, esse processo é facilitado por pacotes como o caret e o tidymodels, que padronizam a aplicação de diversos algoritmos. O aprendizado supervisionado é o mais comum, onde o modelo é treinado com dados que já possuem a resposta correta (rótulos). Exemplos incluem algoritmos de classificação, como as Árvores de Decisão e o Random Forest, usados para prever se um cliente vai cancelar um serviço (churn) ou se uma transação de cartão de crédito é fraudulenta.

Considere a aplicação de um modelo de classificação em um banco para aprovação de crédito. O algoritmo analisa milhares de perfis de clientes anteriores que pagaram ou não suas dívidas. Ao receber um novo pedido, o modelo no R calcula a probabilidade de inadimplência em milissegundos. Se a probabilidade for alta, o sistema bloqueia o crédito automaticamente, protegendo o patrimônio da instituição. Já o aprendizado não supervisionado busca encontrar estruturas ocultas em dados que não possuem rótulos. O algoritmo de agrupamento K-means é frequentemente usado para segmentação de mercado, identificando grupos de clientes com comportamentos semelhantes que a empresa não conhecia anteriormente, permitindo campanhas de marketing ultra-personalizadas.

A trajetória técnica do Machine Learning no R também abrange redes neurais e deep learning para tarefas complexas como reconhecimento de imagem e processamento de linguagem natural. Atualmente, o desafio é a interpretabilidade dos modelos, especialmente em setores regulados como o financeiro e o de saúde. O cientista de dados deve ser capaz de explicar por que o algoritmo tomou determinada decisão. O R fornece ferramentas de diagnóstico que abrem a “caixa preta” dos modelos complexos. Ao dominarmos o Machine Learning, percebemos que a tecnologia é uma extensão da capacidade humana de processar informação, permitindo que as organizações operem em escalas globais com uma precisão cirúrgica no atendimento às necessidades individuais de cada cliente.

Visualização Avançada de Dados e Storytelling com ggplot2

A comunicação dos resultados é a etapa final e muitas vezes a mais crítica de um projeto de Data Science. No R, o pacote ggplot2 é a ferramenta padrão ouro para a criação de visualizações de dados profissionais e impactantes. Baseado na filosofia da “Gramática dos Gráficos”, o ggplot2 permite que o cientista de dados construa visualizações camada por camada, adicionando dados, geometrias, escalas e rótulos de forma modular. Um gráfico eficaz não deve ser apenas bonito; ele deve ser capaz de transmitir uma mensagem clara e honesta, permitindo que o decisor compreenda a complexidade do problema sem se perder em detalhes irrelevantes.

Um exemplo de visualização avançada ocorre na análise de séries temporais de vendas globais. Através do ggplot2, o analista pode criar um gráfico que mostra o crescimento das vendas ao longo dos anos, diferenciando as regiões por cores e os tipos de produtos por formas de pontos. Ao adicionar uma linha de tendência (smooth line), ele torna óbvio para a diretoria que certas regiões estão em declínio enquanto outras em ascensão. O uso de facetas (faceting) permite criar múltiplos gráficos pequenos em uma única tela, comparando o desempenho de diferentes categorias de forma instantânea. O gráfico deixa de ser uma imagem estática para se tornar um instrumento de storytelling, guiando a audiência através da evidência até a conclusão lógica.

A trajetória da visualização no R evoluiu também para a interatividade com pacotes como o plotly e o shiny. Atualmente, os cientistas de dados podem criar dashboards interativos onde o próprio gestor pode filtrar os dados e explorar diferentes cenários. O Storytelling com dados é a arte de traduzir o rigor matemático da análise para a linguagem do negócio. Um gráfico mal construído pode levar a interpretações erradas e decisões desastrosas. Ao dominar o ggplot2 e os princípios de design de informação, o cientista de dados garante que seu trabalho não fique restrito ao seu computador, mas que ele impacte a cultura organizacional, promovendo uma gestão baseada em fatos, transparência e clareza visual.

Ética e Responsabilidade na Ciência de Dados e Inteligência Artificial

O avanço do Data Science e da Inteligência Artificial trouxe consigo responsabilidades éticas imensas que o profissional de dados deve enfrentar com seriedade. A posse de grandes volumes de informação pessoal exige o cumprimento rigoroso de leis de privacidade, como a LGPD no Brasil e a GDPR na Europa. No entanto, a ética vai além da legalidade; ela envolve a preocupação com os vieses (bias) que podem estar ocultos nos algoritmos. Se um modelo de Machine Learning for treinado com dados históricos que contêm preconceitos humanos, ele tenderá a replicar e até amplificar esses preconceitos em suas previsões automáticas. O cientista de dados que utiliza o R deve realizar auditorias constantes em seus modelos para garantir a equidade e a justiça nos resultados.

Um exemplo crítico de dilema ético ocorre em algoritmos de recrutamento e seleção. Se no passado a empresa contratava predominantemente um determinado perfil demográfico, o algoritmo pode aprender que esse perfil é o “melhor” e descartar automaticamente candidatos talentosos de grupos minoritários. O profissional de Data Science deve usar o R para analisar a distribuição das previsões do modelo e identificar se há discriminação injusta. A transparência algorítmica é outro pilar essencial: o cidadão tem o direito de saber por que seu crédito foi negado ou por que ele recebeu determinado diagnóstico. A ética na ciência de dados exige que o profissional atue como um guardião da integridade da informação e dos direitos humanos.

A trajetória em direção à Inteligência Artificial ética envolve também a sustentabilidade e a soberania de dados. Atualmente, o debate sobre a propriedade intelectual de dados usados para treinar IAs generativas está no centro das atenções. O cientista de dados deve ser transparente sobre as fontes de seus dados e sobre as limitações de suas análises. No R, o uso de relatórios reprodutíveis com R Markdown garante que cada passo da análise possa ser auditado e verificado por terceiros. Ao agirmos com ética e responsabilidade, protegemos não apenas as pessoas envolvidas, mas também a própria credibilidade da ciência de dados como uma ferramenta de progresso social. A técnica sem ética é perigosa; a inteligência só é verdadeira quando é usada para promover o bem comum e a dignidade humana em todas as suas esferas.

Conclusão e a Perenidade da Ciência de Dados na Gestão Moderna

Ao concluirmos esta exploração profunda sobre os fundamentos de Data Science com a linguagem R, fica evidente que estamos diante de uma das competências mais vitais para o sucesso de qualquer organização no século vinte e um. A jornada que começou com os censos rudimentares da antiguidade e atravessou os padrões de John Graunt agora atinge o ápice da inteligência artificial e dos grandes ecossistemas de dados em nuvem. O Data Science não é uma moda passageira, mas a evolução natural do método científico aplicado à gestão. O legado dessa disciplina para a humanidade é a conquista da lucidez em meio ao dilúvio informacional, permitindo que a sociedade tome decisões mais justas, eficientes e sustentáveis.

O compromisso de cada cientista de dados e de cada líder que utiliza essas ferramentas deve ser o de nunca permitir que o algoritmo substitua o julgamento ético e a sensibilidade humana. Os dados contam histórias poderosas, mas cabe ao ser humano dar significado a essas histórias e transformá-las em progresso real. O domínio técnico da linguagem R, aliado a uma sólida base estatística e a uma visão ética inabalável, é o que permite ao profissional navegar pelas incertezas do mercado com segurança. O sucesso de amanhã pertence às organizações que sabem ouvir o que seus dados estão dizendo, respeitando a complexidade da realidade e buscando sempre a excelência técnica.

Que este curso sirva de bússola para sua trajetória na ciência da decisão. O Data Science com R é a linguagem universal da inovação baseada em fatos, unindo a precisão da matemática à ambição da estratégia de negócios. O futuro será escrito por aqueles que souberem extrair o conhecimento oculto nos dados, agindo com curiosidade, rigor e compromisso com a verdade. A aventura da descoberta informacional é infinita e o seu potencial é limitado apenas pela nossa coragem de questionar o status quo e de buscar, em cada linha de código e em cada gráfico gerado, um caminho mais lúcido e próspero para todos. O poder do dado está em suas mãos; use-o com sabedoria para construir o amanhã de forma consciente e brilhante.

 

Ficamos por aqui…

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