Informática Básica

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Informática Básica

Informática Básica: Origens

A história da informática não é apenas uma sucessão de máquinas potentes, mas uma jornada que reflete a busca humana pela automação do raciocínio e do cálculo. Nos primórdios da civilização, ferramentas como o ábaco já representavam a necessidade de externalizar dados para agilizar transações, mas o conceito de computador como o conhecemos hoje começou a tomar forma com as máquinas de calcular de mentes como Blaise Pascal e, mais tarde, os projetos visionários de Charles Babbage. A transição para o mundo eletrônico ocorreu no século vinte, impulsionada pela necessidade de processamento rápido de dados durante períodos de conflito e expansão científica, levando ao surgimento de gigantes como o ENIAC, que ocupavam salas inteiras e operavam com válvulas de vácuo, componentes que geravam muito calor e possuíam vida útil curta.

A verdadeira revolução na computação pessoal ocorreu com a invenção do transistor e, posteriormente, do circuito integrado, permitindo que o hardware se tornasse menor, mais eficiente e acessível para o uso doméstico e educacional. O computador deixou de ser um mainframe inacessível para se transformar em um dispositivo pessoal, permitindo que indivíduos pudessem processar informações de forma autônoma. Hoje, a informática é a espinha dorsal da sociedade moderna, regendo desde comunicações básicas até sistemas complexos de inteligência artificial. Entender essa trajetória é fundamental para compreender que a tecnologia não é estática; ela é um reflexo do aprimoramento contínuo da lógica aplicada à eletrônica.

No cotidiano, o computador opera sob um princípio de entrada, processamento e saída de dados. Imagine um escritor redigindo um texto: ao pressionar as teclas do teclado, ele está fornecendo dados de entrada; o processador interpreta esses impulsos elétricos e os converte em caracteres; finalmente, a tela exibe o resultado visual, configurando a saída. Esse ciclo básico é o que permite a interação entre o homem e a máquina, transformando impulsos elétricos em informações com significado para o usuário final. A arquitetura dos computadores atuais segue majoritariamente esse modelo, independentemente de se tratar de um smartphone, um notebook ou um servidor de grande escala.

Hardware e os componentes físicos que sustentam o processamento

O hardware é a parte física do computador, tudo aquilo que podemos tocar e que compõe a infraestrutura da máquina. O componente mais vital nesse conjunto é a Unidade Central de Processamento, ou CPU, frequentemente chamada de cérebro do computador. Ela é responsável por executar todas as instruções e cálculos necessários para o funcionamento do sistema. Um exemplo prático da atuação da CPU ocorre quando abrimos um software pesado de edição: é o processador que coordena a leitura dos arquivos e a renderização das imagens, determinando a velocidade com que a tarefa será concluída.

Ao lado do processador, a memória de acesso aleatório, conhecida como RAM, desempenha o papel de memória de curto prazo. Ela armazena temporariamente as informações que estão sendo usadas no momento, permitindo que o processador acesse esses dados instantaneamente. Se você estiver navegando na internet com várias abas abertas enquanto ouve música, é a memória RAM que sustenta todas essas tarefas simultâneas; quando a RAM está cheia, o computador pode apresentar lentidão. Diferente do disco rígido ou do SSD, a RAM é volátil, o que significa que todos os dados nela contidos são apagados quando o computador é desligado.

O armazenamento de longo prazo é responsabilidade das unidades de disco rígido ou dos modernos SSDs. Enquanto os HDDs utilizam discos magnéticos em rotação, os SSDs utilizam chips de memória flash, o que os torna drasticamente mais rápidos e resistentes. Imagine a diferença entre buscar um livro em uma biblioteca física imensa (HDD) e encontrar um arquivo instantaneamente em um tablet (SSD); essa velocidade de acesso é o que define o desempenho na inicialização do sistema operacional e na abertura de aplicativos cotidianos. Além desses, a placa-mãe serve como a espinha dorsal que conecta todos esses componentes, permitindo a comunicação entre eles através de barramentos eletrônicos.

Periféricos de entrada e saída na interação humano-computador

Para que o processamento interno do hardware tenha utilidade prática, são necessários os dispositivos periféricos que permitem a comunicação com o usuário. Os dispositivos de entrada são aqueles que enviam informações para o computador, como o teclado e o mouse. No uso diário de um escritório, o teclado é a ferramenta principal para a inserção de dados textuais, enquanto o mouse permite a navegação intuitiva por interfaces gráficas. Outros exemplos de entrada incluem scanners, que digitalizam documentos físicos, e microfones, que capturam ondas sonoras para transformá-las em arquivos digitais.

Por outro lado, os dispositivos de saída transmitem os resultados do processamento para o mundo exterior. O monitor é o dispositivo de saída mais comum, traduzindo códigos binários em imagens e textos legíveis. As impressoras também desempenham um papel crucial ao materializar documentos digitais em papel. Um exemplo prático de uso conjunto ocorre em uma videochamada: o microfone e a webcam atuam como dispositivos de entrada capturando áudio e vídeo, enquanto os alto-falantes e o monitor funcionam como dispositivos de saída para que você ouça e veja a outra pessoa.

Existem também dispositivos que realizam ambas as funções, conhecidos como periféricos de entrada e saída. Um exemplo clássico é o monitor touchscreen, comum em tablets e smartphones, onde o usuário visualiza informações e, ao mesmo tempo, fornece comandos tocando na tela. Outro exemplo são as impressoras multifuncionais, que podem escanear um documento (entrada) e imprimir uma cópia (saída) no mesmo equipamento. O desenvolvimento desses periféricos foi o que permitiu a democratização da informática, tornando a tecnologia acessível até mesmo para quem não possui conhecimentos técnicos profundos de eletrônica.

Sistemas operacionais e a gestão de recursos de software

O software é a parte lógica da informática, consistindo em conjuntos de instruções que dizem ao hardware o que fazer. O sistema operacional é o software mais importante, pois atua como um intermediário entre o usuário e o hardware da máquina. Exemplos populares como o Windows, o macOS e o Linux são responsáveis por gerenciar o processador, a memória e os arquivos, garantindo que cada aplicativo receba os recursos necessários para funcionar corretamente. Sem um sistema operacional, o computador seria apenas um amontoado de peças sem capacidade de interagir com o ser humano.

Uma das funções primordiais do sistema operacional é a gestão do sistema de arquivos. Ele organiza como os dados são salvos no disco, permitindo que o usuário crie pastas, renomeie arquivos e localize informações rapidamente. No ambiente corporativo, essa organização é vital; imagine uma empresa que armazena milhares de contratos digitais sem um sistema de arquivos eficiente: seria impossível recuperar um documento específico em tempo hábil. Além disso, o sistema operacional fornece a interface gráfica do usuário, transformando linhas de código áridas em ícones e janelas fáceis de usar.

O software pode ser classificado em sistemas de sistema, como o próprio sistema operacional, e software de aplicação, que são os programas usados para realizar tarefas específicas. Navegadores de internet, editores de texto, planilhas eletrônicas e jogos são exemplos de software de aplicação. Um exemplo prático de interação entre esses softwares ocorre quando você decide imprimir um relatório: o editor de texto (aplicação) envia um comando ao sistema operacional, que por sua vez coordena com o driver da impressora (software de sistema) para que o hardware físico execute a impressão. Essa hierarquia lógica é o que garante a estabilidade e a funcionalidade de qualquer dispositivo computacional moderno.

Redes de computadores e a infraestrutura da internet

A informática moderna é intrinsecamente conectada, baseando-se na capacidade de computadores trocarem informações entre si através de redes. Uma rede pode ser tão pequena quanto dois computadores ligados em um escritório ou tão vasta quanto a própria internet, que conecta bilhões de dispositivos globalmente. O princípio fundamental de uma rede é o compartilhamento de recursos e dados; em uma residência, por exemplo, vários smartphones e notebooks compartilham a mesma conexão Wi-Fi e podem enviar documentos para uma única impressora de rede.

A internet opera através de protocolos, que são conjuntos de regras que definem como os dados devem ser transmitidos e recebidos. O protocolo mais conhecido é o TCP/IP, que funciona como o endereço postal de cada computador na rede, garantindo que um e-mail enviado de um ponto do mundo chegue exatamente ao destinatário correto. Para ilustrar, imagine a internet como um sistema rodoviário imenso: os dados são os carros que trafegam, as estradas são os cabos de fibra óptica ou ondas de rádio, e os protocolos são as leis de trânsito que impedem colisões e garantem que todos cheguem ao seu destino.

A computação em nuvem é uma das evoluções mais recentes das redes de computadores, permitindo que dados e aplicativos sejam armazenados em servidores remotos em vez de estarem no disco rígido local. Quando você usa um serviço de e-mail ou salva fotos em uma plataforma online, está utilizando a nuvem. Um exemplo prático dessa tecnologia é o trabalho colaborativo em documentos digitais: várias pessoas em diferentes partes do mundo podem editar o mesmo arquivo simultaneamente através da rede, com as alterações sendo salvas em tempo real em um servidor central. Isso eliminou a necessidade de transportar arquivos em mídias físicas, como pendrives, transformando a forma como consumimos e produzimos informação.

Segurança da informação e proteção no ambiente digital

Com a crescente dependência da informática, a segurança da informação tornou-se uma preocupação central para indivíduos e organizações. O ambiente digital é suscetível a ameaças como vírus, malwares e ataques de hackers que buscam roubar dados ou danificar sistemas. Um antivírus é o software básico de defesa, funcionando como um guarda que inspeciona todos os arquivos que entram no computador em busca de assinaturas de códigos maliciosos conhecidos. No uso doméstico, manter o antivírus atualizado é como trancar as portas de casa para evitar invasões indesejadas.

Outro pilar da segurança é o uso de firewalls, que monitoram o tráfego de rede e bloqueiam conexões suspeitas. Em uma empresa, o firewall atua como uma recepção rigorosa, permitindo apenas que dados autorizados entrem ou saiam da rede corporativa. Além das ferramentas técnicas, o comportamento humano é crucial; a prática de criar senhas fortes e únicas, além do uso de autenticação em dois fatores, são indicadores de uma boa postura de segurança cibernética. Um exemplo prático de falha de segurança ocorre através do phishing, onde criminosos enviam e-mails falsos que imitam bancos para enganar o usuário e obter suas credenciais de acesso.

A criptografia é a tecnologia que protege a privacidade dos dados ao transformá-los em códigos ilegíveis para quem não possui a chave de decifração. Quando você realiza uma compra online ou acessa seu aplicativo de banco, a criptografia garante que as informações do seu cartão de crédito não sejam interceptadas por terceiros durante o trânsito pela rede. Manter cópias de segurança, ou backups, também é uma estratégia essencial de proteção; caso o hardware sofra uma falha física ou seja infectado por um ransomware que sequestra dados, o backup permite a restauração das informações sem perdas permanentes. A segurança na informática é, portanto, um processo contínuo que envolve tecnologia, vigilância e educação digital.

Aplicativos de escritório e produtividade digital

Os softwares de produtividade, como processadores de texto, planilhas eletrônicas e softwares de apresentação, são as ferramentas de informática mais utilizadas no mercado de trabalho. O processador de texto permite a criação e formatação de documentos, desde simples cartas até relatórios técnicos complexos, oferecendo recursos como corretores ortográficos e inserção de imagens. Em uma escola, um aluno utiliza esse software para redigir sua monografia, garantindo que o texto siga normas de formatação específicas.

As planilhas eletrônicas são fundamentais para o gerenciamento de dados numéricos e a realização de cálculos automáticos. Elas permitem a criação de fórmulas complexas que atualizam os resultados instantaneamente quando um dado é alterado. Por exemplo, um pequeno comerciante pode usar uma planilha para controlar seu estoque e fluxo de caixa; ao inserir o valor de uma venda, o software automaticamente subtrai o item do estoque e soma o valor ao lucro do dia, gerando gráficos de desempenho visual. Essa automação reduz erros humanos e agiliza a tomada de decisões financeiras.

Já os softwares de apresentação são usados para comunicar ideias de forma visual e dinâmica em reuniões ou palestras. Eles permitem a combinação de textos, imagens, vídeos e transições para captar a atenção do público. Um profissional de marketing, por exemplo, utiliza slides para apresentar uma nova campanha para um cliente, utilizando elementos visuais que tornam a proposta mais convincente e profissional. O domínio dessas ferramentas de escritório é hoje considerado um requisito básico de alfabetização digital, essencial para a inserção em quase qualquer carreira profissional na era da informação.

O futuro da informática e o impacto na sociedade contemporânea

A informática continua a evoluir em um ritmo acelerado, com tecnologias como a Inteligência Artificial e a Internet das Coisas transformando o cotidiano. A IA permite que máquinas aprendam padrões e realizem tarefas que antes exigiam inteligência humana, como a tradução instantânea de idiomas ou o diagnóstico médico auxiliado por algoritmos. Um exemplo prático de IA no dia a dia são os assistentes virtuais em smartphones, que compreendem comandos de voz e executam tarefas como agendar lembretes ou tocar músicas.

A Internet das Coisas (IoT) refere-se à conexão de objetos comuns à rede, permitindo que eles troquem dados e sejam controlados remotamente. Imagine uma casa inteligente onde a geladeira avisa quando o leite está acabando, o termostato ajusta a temperatura conforme o clima externo e as luzes se apagam automaticamente quando não há ninguém no cômodo. Essa integração tecnológica busca proporcionar maior eficiência energética, segurança e conveniência, transformando ambientes urbanos em cidades inteligentes.

No entanto, essa evolução traz desafios éticos e sociais, como a privacidade dos dados e o impacto da automação no mercado de trabalho. A informática não é apenas uma ferramenta técnica, mas um motor de mudança social que exige um olhar crítico sobre como a tecnologia afeta as relações humanas e a distribuição de conhecimento. O futuro da informática aponta para uma integração cada vez mais profunda e invisível, onde a computação estará presente em quase todos os aspectos da vida, exigindo uma constante adaptação e aprendizado por parte de todos os membros da sociedade global.

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